Esta é uma resenha criada e publicada por mim no blog Curiosa Estrada em 2012.
Só para constar, eu terminei o livro, mas ainda estou devendo MAIS uma resenha para vocês, rsrsrs.
Cidade de Ladrões – Benioff elogiado por Hosseini.
Aqui vai mais uma resenha para o Blog, e especialmente para vocês! Ok, eu sei que comecei a história há pouco tempo e não tenho muito o que falar. Não podemos julgar um livro pela capa, e às vezes nem mesmo pelas vinte primeiras páginas, ou pela contracapa, ou pela arte-final, ou pelo... Ah, enfim, não podemos julgar um livro sem antes o conhecermos melhor. Comecei a ver um cenário bem típico atualmente na obra de Benioff, porém, não digo que tenha se tornado um clichê sem sentido. Este cenário é a Segunda Guerra Mundial. Muitos livros atualmente têm ganhado espaço no mundo todo relatando sobre a Segunda Guerra, que teve uma forte influência em muitos países, culturas e histórias diferentes. “A Menina que Roubava Livros”, “O Caçador de Pipas” – apesar de muitas vezes não retratarem sobre a II Guerra, as obras retratam sobre aspectos que envolvem a mesma-, etc. Contando, desta vez, o lado Russo da história, Benioff traz uma obra que tem um contato muito próximo com a sua vida e a sua família. É uma obra que realmente faz você se sentir próximo do autor, até chega a parecer íntimo. Vendo desta vez pelo outro lado da moeda, o autor retrata, da mesma forma, a crueldade vivida nesses tempos. No início, é contado de uma forma até um tanto banal, já que o narrador-personagem ainda era muito jovem. Mas depois a história vai criando uma coisa mais séria, que realmente te leva a refletir sobre aspectos que continuam existindo até os dias de hoje. Retratando a história de Lev, o autor torna a intimidade cada vez mais visível, o que nos faz parecer que nós que estamos escutando as palavras, os momentos e as histórias contadas da boca de um avô nosso perdido por aí na Rússia. Pretendo continuar lendo a obra, pois está realmente envolvente, e por enquanto, indico fielmente a leitura desta obra. Também quero deixar um recado, novamente sobre o tema: Não julgue um tema por parecer que está se tornando clichê. Mesmo que pareça, as obras sempre têm uma mensagem para passar. Não desperdice esta mensagem ignorando livros que trazem temas que estão “na moda”. Isso é mais que um recado, é uma dica. Não, mais que isso. É uma lição de vida. Ou de livros. P.S: Talvez seja dos dois.
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